11 abril 2016

Descobertas e sumiços

  • O ‘Cerdocyon thous’, popularmente chamado de cachorro-do-mato ou raposinha, é bastante encontrado no Ceará. Sua cauda de base castanho-claro, seguida por castanho escuro e branco e com pelos pretos na ponta é sua maior marca. (foto: Hugo Fernandes-Ferreira)
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  • A capivara (‘Hydrochoerus hydrochaeris’) é o maior roedor do mundo e ocorre principalmente às margens de rios. (foto: Hugo Fernandes-Ferreira)
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  • O quati (‘Nasua nasua’) pode ser encontrado em vários países da América do Sul, como Colômbia, Venezuela, Uruguai e Argentina. Apesar disso, teve poucos registros no Nordeste brasileiro. (foto: Hugo Fernandes-Ferreira)
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  • Durante o levantamento, uma nova espécie de porco-espinho, ‘Coendou baturitensis’ (na foto), foi identificada. Anteriormente, ela era confundida com a espécie ‘Coendou prehensilis’. (foto: Hugo Fernandes-Ferreira)
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  • O estudo mostrou que o tatu-bola-da-caatinga (‘Tolypeutes tricinctus’), espécie própria do Brasil, já não é mais encontrado em alguns estados nordestinos. (foto: Wikimedia Commons/ Ltshears – CC BY-SA 3.0)
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  • Ilustração da cutia-de-garupa-laranja descrita pelos pesquisadores da UFPB. A nova espécie, batizada de ‘Dasyprocta iacki’ e presente na mata atlântica dos estados da Paraíba e de Pernambuco, foi nos últimos anos confundida com a cutia ‘Dasyprocta leporina’, natural da Amazônia. (ilustração: Roy Baethe)
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  • Por causa de duas faixas mais escuras na pelagem sobre seus ombros e ventre, o ‘Tamandua tetradactyla’ é popularmente chamado de tamanduá-de-colete e pode ser encontrado na caatinga e na mata atlântica. (foto: Hugo Fernandes-Ferreira)
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Estudo feito pela Universidade Federal da Paraíba mapeou as espécies de mamíferos de médio e grande porte que já foram registradas em parte do Nordeste do país. O levantamento revelou novas espécies e apontou animais já extintos em alguns estados.

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