Paleontólogos chineses e brasileiros descobrem, em depósitos jurássicos da China, uma nova espécie de pterossauro de um grupo muito raro, chamado Wukongopteridae, e homenageiam um dos principais paleontólogos brasileiros, Diogenes de Almeida Campos
Paleontólogos chineses e brasileiros descobrem, em depósitos jurássicos da China, uma nova espécie de pterossauro de um grupo muito raro, chamado Wukongopteridae, e homenageiam um dos principais paleontólogos brasileiros, Diogenes de Almeida Campos

Reconstrução em vida do novo pterossauro Darwinopterus camposi, que viveu há cerca de 165 milhões de anos e possivelmente se alimentava de insetos
CRÉDITO: MAURILIO OLIVEIRA
Já há quase três décadas, a China tem surpreendido o mundo da paleontologia com descobertas realmente fascinantes. Primeiro, foram os depósitos do Cretáceo de Liaoning, cuja idade varia de 120 a 125 milhões de anos e que forneceram milhares de fósseis, como insetos, plantas, peixes, anfíbios, lagartos, dinossauros (incluindo aves), mamíferos e muito mais! Um elemento faunístico também muito importante em Liaoning são os pterossauros, com dezenas de exemplares coletados. Sempre é bom relembrar que estes últimos são répteis voadores, cujos fósseis tendem a ser muito incompletos, devido à fragilidade do seu esqueleto. Mas não em Liaoning, onde exemplares completos são recorrentes, mais do que em qualquer outro lugar do mundo.
Mais recentemente, pterossauros também vêm sendo encontrados em camadas bem mais antigas na China. Trata-se da Formação Tiaojishan, cujas rochas se formaram durante o período Jurássico, mais especificamente há cerca de 165 milhões de anos.
Apesar de os pterossauros dessa Formação ainda serem um tanto escassos, ao longo dos últimos anos algumas novas espécies foram descritas. Os principais achados pertencem a um grupo estranho, chamado Wukongopteridae. Agora um estudo liderado por Xin Cheng, da Universidade de Jilin (Changchun, China), com participação de paleontólogos brasileiros, acaba de revelar uma nova espécie de wukongopterídeo: Darwinopterus camposi. O trabalho foi publicado nos Anais da Academia Brasileira de Ciências e faz uma bela homenagem a um dos principais pesquisadores brasileiros no campo da paleontologia, Diogenes de Almeida Campos.
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