Julho de 2026 | edição n.433
A chamada cerâmica paulista conecta práticas contemporâneas a redes históricas de parentesco, afinidade e transmissão de conhecimentos, evidenciando a continuidade e a transformação de técnicas, práticas e territorialidades ao longo do tempo.
A cientista franco-polonesa, duas vezes ganhadora do prêmio Nobel e ícone da representação feminina na ciência, esteve no Brasil em 1926. Pesquisa mostra como a imprensa cobriu amplamente a agenda da pesquisadora e destaca a participação de lideranças do movimento feminista do país na organização da visita