Ao longo dos últimos anos, nos tornamos consumidores de tecnologia cada vez mais vorazes e exigentes. E, em menos de duas décadas, alteramos nossos hábitos de forma profunda. As poucas horas de conexão à internet – ocorrida de forma esporádica para ver nossa caixa de mensagens ou acessar nosso site preferido – não mais nos satisfazem. Ávidos consumidores de informação, hoje, dependemos de tecnologias que nos tragam informação a todo momento, assim como nos deem um canal de interação para que cada indivíduo seja um componente constituinte e colaborador dessa grande rede.
Nós – com nossas necessidades atuais que nos forçam a ser indivíduos hiperconectados – somos apenas uma peça nesse quebra-cabeça, que surge com o desenvolvimento tecnológico. O setor produtivo (por exemplo, a indústria automobilística) também vê o quanto pode se beneficiar se os equipamentos que compõem sua linha de produção puderem se comunicar com velocidade e confiabilidade necessárias para que possam operar de maneira mais produtiva.
João A. Cal Braz e Rodrigo P. David
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (RJ)
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Conhecidas popularmente como maconha, as plantas do gênero Cannabis são usadas como fitoterápicos pela humanidade há milhares de anos. Sem bases científicas, mas apoiada em preconceitos, a sociedade moderna questiona essa aplicação medicinal. Afinal, o que diz a ciência?
Maio de 2020. A Fiocruz completa 120 anos e tem a cadeira da presidência ocupada por uma mulher, a socióloga Nísia Trindade Lima, que lida com a pandemia de covid-19 como uma emergência sanitária e humanitária multidimensional, cujo enfrentamento requer conhecimento de todas as áreas da ciência.
Sem qualquer sinalização de que seria cientista, Denise Pires de Carvalho sentia-se atraída pela matemática, mas ingressou na medicina. Poderia ter seguido a clínica, mas descobriu-se pesquisadora. Conciliar o laboratório com o ensino não lhe bastou, havia espaço para a gestão. Então, ela se tornou a primeira reitora da UFRJ.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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