Levantamentos sobre grupos sociais e territórios são ferramenta para os governos planejarem suas ações e até para reduzir a desigualdade
Levantamentos sobre grupos sociais e territórios são ferramenta para os governos planejarem suas ações e até para reduzir a desigualdade
CRÉDITO: ADOBE STOCK
Quando pensamos em políticas públicas eficientes, geralmente imaginamos escolas, hospitais, programas de assistência social, moradias ou investimentos em infraestrutura. No entanto, para consolidar ações governamentais, é preciso conhecer a realidade da população. Nesse contexto, os censos desempenham papel estratégico: produzem informações sobre grupos sociais e territórios, permitindo que gestores públicos tomem decisões baseadas em dados e não apenas em estimativas ou percepções.
O censo é uma pesquisa de grande abrangência que busca retratar determinada população em um momento específico. Entre os principais tipos de censos realizados no Brasil destacam-se o Censo Demográfico, o Censo Agropecuário (ou agrário) e os levantamentos voltados à população em situação de rua, que a partir de agora terão uma pesquisa de âmbito nacional, como anunciou recentemente o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Embora cada censo tenha objetivos específicos, todos contribuem para formular, implementar e avaliar políticas públicas.
Realizado periodicamente pelo IBGE, o Censo Demográfico é o mais conhecido e coleta informações, a partir dos domicílios, sobre número de habitantes, idade, sexo, escolaridade, renda, condições de moradia, acesso a serviços básicos e outras características sociais. A partir desses dados, que permitem identificar onde vivem as pessoas e quais são suas necessidades, são gerados indicadores que vemos cotidianamente nos jornais e na TV. O mais recente Censo Demográfico foi realizado em 2022, ao final da pandemia.
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