Quando falamos em flúor, a primeira coisa que nos vem à cabeça são dentes saudáveis. Não é à toa: pastas, gomas de mascar e desinfetantes bucais que contêm a substância são largamente anunciados e comercializados com a promessa de combater o surgimento de cáries – ainda que isso tenha provocado discussão entre especialistas em anos mais recentes. Há ainda o processo de fluoretação da água para abastecimento público, que é usado em vários países do mundo, incluindo o Brasil, como política de saúde pública para prevenir cáries na população.
Não tão conhecida como a higiene bucal, outra aplicação desse elemento químico tem grande impacto no cotidiano da vida moderna, mais especificamente em nossa rotina culinária: o flúor está associado ao uso de panelas antiaderentes, uma vez que o mais popular revestimento de diversos utensílios de cozinha, o teflon®, é, na verdade, um polímero fluorado. Também já ouvimos falar sobre o lado vilão do flúor, presente na estrutura dos gases refrigerantes à base de clorofluorcarbonos (CFC), responsáveis pelo aumento da destruição da camada de ozônio nos anos 1980 e, por isso mesmo, banidos de produção e uso após 1987, quando da assinatura por 150 países do Protocolo de Montreal.
Esses usos mais populares seriam os únicos desse elemento? De jeito algum. O flúor também está presente em nosso dia a dia em situações menos evidentes e é extremamente importante para a vida moderna, para além de nossas mais simples expectativas. Mostrar um pouco da química e das aplicações desse fascinante elemento nos ajudará a compreender o seu papel para o bem-estar da sociedade contemporânea.
Rossimiriam P. Freitas
Departamento de Química,
Universidade Federal de Minas Gerais
Claudia M. Rezende
Departamento de Química Orgânica,
Universidade Federal do Rio de Janeiro
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