
O clima descreve as condições meteorológicas médias de um determinado local durante um longo período de tempo. Com o objetivo de fornecer dados para tomar decisões baseadas em evidências sobre a melhor forma de se adaptar a um clima em transformação, estudamos as variações e os pontos extremos climáticos e suas influências em uma variedade de atividades.
As cidades reúnem hoje cerca de 55% da população mundial, com a expectativa de chegar a cerca de 70% até 2050, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Nos países em desenvolvimento, essa parcela já excede hoje os 80%. Além disso, as áreas urbanas concentram a grande maioria das atividades econômicas desses países. Claramente, essas áreas com forte confluência de pessoas geram uma grande preocupação de ordem social, econômica e ambiental.
As áreas urbanas estão sujeitas a microclimas específicos, pois a cidade afeta o padrão das variáveis meteorológicas. Nos últimos anos, vários estudos têm mostrado que os espaços urbanos constituem polos de concentração de calor, que, em oposição aos espaços não urbanos, relativamente mais frescos, caracterizam-se como aquilo que a comunidade científica chama de ‘ilhas de calor’. As cidades contribuem para a alteração do balanço de energia, gerando grandes ‘bolhas’ sobre essas áreas, modificando os padrões térmicos e de qualidade do ar, entre outros aspectos.
José Ricardo de Almeida França
Departamento de Meteorologia
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Andrews José de Lucena
Departamento de Geociências
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Leonardo de Faria Peres
Departamento de Meteorologia
Universidade Federal do Rio de Janeiro
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Área da genética revela as relações ancestrais entre seres vivos e é a chave para o entendimento do mundo natural, possibilitando aos cientistas fazerem previsões que contribuem para a compreensão de doenças e o desenvolvimento de vacinas e medicamentos.
Há mais de três séculos, a paisagem natural do litoral carioca vem sendo modificada pela urbanização, mas a convivência harmoniosa é possível, sem a descaracterização da zona costeira que aumenta a vulnerabilidade às ressacas e à subida do nível do mar.
Matemático, físico e médico, Eduardo Massad fala da importância de se fazer projeções cada vez mais precisas para combater a covid-19, prevê a chegada de outra epidemia ainda mais grave e alerta para o perigo à saúde dos governos hipernacionalistas e do movimento anticiência.
Pouco tempo depois de ingressar na graduação, Alexandra Anastácio já desejava ser professora e pesquisadora na área de nutrição. Desafiando as estatísticas, tornou-se pró-reitora de graduação na UFF e, com isso, um símbolo de avanço na representatividade da mulher negra no meio acadêmico.
O que pareceu ser uma nova estrela surgiu no céu. E o que foi aprendido com ela foi revelador: cientistas deram novos passos no entendimento de eventos estelares explosivos, mostrando como é produzida parte substancial da luz do universo.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
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Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
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