Outra Copa do Mundo. Para muitos, futebol é fácil de explicar: paixão. Mas esse esporte é também física. Jogadores, técnicos e árbitros foram um sistema complexo – portanto, imprevisível – que pode ser entendido como ‘nós’ e ‘conexões’ de uma rede
Outra Copa do Mundo. Para muitos, futebol é fácil de explicar: paixão. Mas esse esporte é também física. Jogadores, técnicos e árbitros foram um sistema complexo – portanto, imprevisível – que pode ser entendido como ‘nós’ e ‘conexões’ de uma rede
CRÉDITO: ADOBE STOCK
Há 20 anos, em 23 de junho de 2006, eu estreava, na Ciência Hoje On-line, a coluna ‘Física sem mistério’. Título do texto: ‘A ciência pode até explicar o futebol?’. Era época de Copa do Mundo – naquele ano, na Alemanha.
A motivação do texto foi o espetacular gol de Ronaldinho Gaúcho contra a Inglaterra, batendo falta que encobriu o goleiro Seaman, na Copa do Mundo anterior (2002), na Coreia do Sul e no Japão. Discuti os aspectos físicos daquela jogada sensacional. E, naquele ano, nos tornamos pentacampeões.
Desde então, quando temos Copa do Mundo, me arrisco a tentar entender o futebol a partir da física.
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Tabuleiros insistem em ser os protagonistas desta coluna. Desta vez, esses ambientes lúdicos sofrem uma ‘quebra’ proposital e, ao se juntarem a peças de dominós, revelam uma relação inesperada entre ferramentas matemáticas aparentemente distintas
A natureza nos deu 92 tipos de átomos, e a ciência criou mais 26 deles. É fácil ver que há um sem-número de maneiras de agrupá-los. Esse é o principal objetivo de uma área interdisciplinar que busca desenvolver novos materiais para aplicações tecnológicas
A recente missão espacial tripulada que sobrevoou a Lua foi mais um feito extraordinário da ciência e tecnologia. Mas por que voltar a nosso satélite natural? Há várias razões. Uma delas tem a ver com a possibilidade de produção de energia limpa na Terra
O que um resultado que parecia ser uma 'descoberta fantástica' em um laboratório de física no Brasil e um experimento com resultado negativo feito nos Estados Unidos cerca de 100 anos antes podem nos ensinar sobre os cuidados necessários ao fazer pesquisa científica?
Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
Ele revolucionou os conceitos de espaço e tempo. Mostrou que a luz é formada por partículas. Idealizou uma nova teoria da gravidade – cuja comprovação fez dele um mito. Mas isso é só parte da obra revolucionária de um dos cientistas mais importantes da história
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Há cerca de 4 séculos, um telescópio foi apontado para o céu. Desde então, um sem-número de objetos cósmicos foi revelado, de estrelas e planetas a supernovas e ondas gravitacionais. Este ano, a humanidade iniciou nova e promissora jornada rumo ao infinito
Pare um instante e observe o azul do céu e o branco das nuvens. Por trás dessas cores, está o chamado espalhamento da luz, fenômeno óptico só explicado no século 19. Até onde sabemos, esse espetáculo único só pode ser apreciado em nosso maravilhoso planeta
O que há em comum entre estrelas, árvores, pássaros e humanos? Muito, na verdade. A estrutura atômica de todos os seres animados está intimamente relacionada com ‘sementes’ formadas em um processo nuclear que ocorre no interior desses corpos celestes
No início do século passado, percebeu-se que a física até então conhecida não podia explicar o mundo subatômico. Essa inconsistência levou a uma teoria revolucionária e prodigiosa: a mecânica quântica, base dos atuais dispositivos eletrônicos de nosso cotidiano
Uma das maiores aventuras do conhecimento humano começou na Antiguidade: as coisas são feitas de átomos, ‘indivisíveis’. Cerca de 2,5 mil anos depois, essa entidade foi fragmentada. E aí começou uma nova e fascinante jornada – com participação decisiva de um cientista brasileiro
Desde os filósofos da Antiguidade, nosso conhecimento sobre as leis da natureza evoluiu dramaticamente. Hoje, temos modelos precisos para explicar a evolução e estrutura do universo – e até mesmo a vida. Mas o roteiro desse enredo cósmico segue incompleto
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