
Nos últimos 50 anos, o número de medicamentos disponíveis para tratar diversas doenças tem aumentado consideravelmente. Na década de 1970, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a primeira lista de medicamentos essenciais, havia um total de 208 itens capazes de tratar doenças transmissíveis e não transmissíveis. A partir de então, essa lista vem sendo atualizada, incorporando novos avanços científico-tecnológicos. A última atualização, em 2019, contemplou mais de 450 medicamentos, que servem como referência para mais de 150 países.
Luiza Abrahão Frank, Adriana Raffin Pohlman e Silvia Stanisçuaski Guterres
Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
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Confinamento, afastamento do treino regular e volta súbita às atividades competitivas, como os Jogos Olímpicos, ameaçam saúde física e mental de esportistas, com impactos diretos em seu desempenho. Mas efeitos da pandemia em longo prazo ainda precisam ser mais bem estudados.
Você, certamente, já deve ter se deparado com palavras como ‘todxs’, ‘tod@s’ e ‘todes’. O que você acha disso? Será que o uso do chamado neutro vai se tornar popular? Ou ficará restrito às comunidades que o criaram?
Membro do IPCC e recém-eleito vice-presidente da SBPC, o físico Paulo Artaxo alerta para os vários fatores que levam a mais uma crise hídrica no país: mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e falta de planejamento energético, fatores que podem ser combatidos com investimentos em ciência.
O livro Um olhar para o São João é fruto de uma semente que brotou há cerca de 15 anos, quando algumas das principais instituições públicas de ensino e pesquisa do Rio de Janeiro se aproximaram para ampliar o conhecimento sobre a bacia hidrográfica do rio São João, que, além de ser o mais longo dos rios genuinamente fluminenses, tem papel fundamental no abastecimento de água de quase toda a Região dos Lagos, no litoral do estado.
Muito além do estudo de certos conteúdos para as provas da escola, o interesse pelo conhecimento científico permite ao indivíduo compreender o mundo ao seu redor e ter autonomia para se posicionar diante das mais diferentes situações do dia a dia
A análise do cenário de pesquisa e inovação, com mapeamento de patentes e tecnologias, pode orientar decisões e políticas públicas voltadas à transformação do conhecimento em produtos ou serviços acessíveis à população
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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