Setembro, para os habitantes do hemisfério Sul, marca o início da primavera. Depois do inverno – que, nos últimos anos, para algumas regiões do país, tem sido muito seco –, surge a expectativa de dias mais agradáveis. A primavera representa, desde épocas remotas, o retorno da vida.
A vida, até onde sabemos, surgiu só em nosso planeta, de forma complexa. Nós, humanos, somos os únicos seres vivos capazes de entendê-la – e, paradoxalmente, ameaçá-la em escala global.
Na maior parte da história, acreditamos que a vida só poderia existir na Terra, local privilegiado pela criação divina. O céu seria habitado por divindades, que cada povo tem cultivado em seu imaginário religioso e mitológico ao longo da história.
O teólogo, matemático e filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600) foi um dos pensadores que ousaram defender enfaticamente que as estrelas seriam como o nosso Sol. Cada uma delas seria igualmente rodeada de planetas com presença da vida.

Adilson de Oliveira
Departamento de Física,
Universidade Federal de São Carlos (SP)
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Plantas produzem perfumes sofisticados para atrair polinizadores. Essa relação é tão importante que dela depende nossa comida – e, portanto, nossa sobrevivência. Infelizmente, vivemos crise planetária desses insetos.
Com a experiência de quem trabalha com EaD, a designer Bruna Werneck, da Fundação Cecierj, alerta para o retrocesso provocado pelas estratégias de ensino remoto adotadas pelas escolas durante a quarentena, que não usam de maneira efetiva a tecnologia para mediar as aulas e ignoram as dificuldades materiais dos alunos de baixa renda.
O que um resultado que parecia ser uma 'descoberta fantástica' em um laboratório de física no Brasil e um experimento com resultado negativo feito nos Estados Unidos cerca de 100 anos antes podem nos ensinar sobre os cuidados necessários ao fazer pesquisa científica?
Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
Ele revolucionou os conceitos de espaço e tempo. Mostrou que a luz é formada por partículas. Idealizou uma nova teoria da gravidade – cuja comprovação fez dele um mito. Mas isso é só parte da obra revolucionária de um dos cientistas mais importantes da história
Um fenômeno físico ou uma nova teoria podem, inicialmente, não ser ‘úteis’. Mas, de repente, eles se tornam a base para novas tecnologias que geram bem-estar e riqueza. Dois exemplos emblemáticos: o estudo da gravidade e das partículas subatômicas
Há cerca de 4 séculos, um telescópio foi apontado para o céu. Desde então, um sem-número de objetos cósmicos foi revelado, de estrelas e planetas a supernovas e ondas gravitacionais. Este ano, a humanidade iniciou nova e promissora jornada rumo ao infinito
Pare um instante e observe o azul do céu e o branco das nuvens. Por trás dessas cores, está o chamado espalhamento da luz, fenômeno óptico só explicado no século 19. Até onde sabemos, esse espetáculo único só pode ser apreciado em nosso maravilhoso planeta
O que há em comum entre estrelas, árvores, pássaros e humanos? Muito, na verdade. A estrutura atômica de todos os seres animados está intimamente relacionada com ‘sementes’ formadas em um processo nuclear que ocorre no interior desses corpos celestes
No início do século passado, percebeu-se que a física até então conhecida não podia explicar o mundo subatômico. Essa inconsistência levou a uma teoria revolucionária e prodigiosa: a mecânica quântica, base dos atuais dispositivos eletrônicos de nosso cotidiano
Uma das maiores aventuras do conhecimento humano começou na Antiguidade: as coisas são feitas de átomos, ‘indivisíveis’. Cerca de 2,5 mil anos depois, essa entidade foi fragmentada. E aí começou uma nova e fascinante jornada – com participação decisiva de um cientista brasileiro
Desde os filósofos da Antiguidade, nosso conhecimento sobre as leis da natureza evoluiu dramaticamente. Hoje, temos modelos precisos para explicar a evolução e estrutura do universo – e até mesmo a vida. Mas o roteiro desse enredo cósmico segue incompleto
É cada vez mais intensa a busca por materiais que possam não só melhorar a eficiência de motores elétricos e baterias, mas também gerar eletricidade de baixo impacto ambiental. Não investir nessa área pode levar à dependência de tecnologias estratégicas
Estranhamente, a natureza parece ter predileção por simetrias de formas e cores. E, de certo modo, isso pode ser denominado beleza, noção que tem guiado a pesquisa científica no entendimento dos fenômenos que vão da escala subatômica ao gigantismo do cosmos
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