Recentemente, foi amplamente divulgada a primeira imagem de um buraco negro, obtida por uma rede de radiotelescópios chamada EHT (sigla, em inglês, para Telescópio do Horizonte de Eventos), que combinou as emissões de ondas de rádio captadas por diversos equipamentos espalhados pelo globo.
O objeto observado está no centro da galáxia elíptica M87, que fica a 55 milhões de anos-luz de nós ‒ cada ano-luz equivale a 9,5 trilhões de quilômetros. Estima-se que a massa desse buraco negro é de aproximadamente 6,5 bilhões de massas solares.
Os buracos negros são objetos fascinantes nos quais a matéria está em densidade extremamente alta, o que faz com que sua gravidade seja muito intensa. O ‘puxão gravitacional’ é tão forte que nem a luz (ou qualquer outra coisa) consegue escapar de desses corpos cósmicos.


Adilson de Oliveira
Departamento de Física,
Universidade Federal de São Carlos (SP)
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Consideradas por muitos anos apenas drogas de abuso, as substâncias psicodélicas tiveram seu consumo e sua pesquisa proibidos em vários países. Mas esses compostos voltaram a ser estudados recentemente, com resultados promissores sobre seu papel terapêutico.
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A recente missão espacial tripulada que sobrevoou a Lua foi mais um feito extraordinário da ciência e tecnologia. Mas por que voltar a nosso satélite natural? Há várias razões. Uma delas tem a ver com a possibilidade de produção de energia limpa na Terra
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Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
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Um fenômeno físico ou uma nova teoria podem, inicialmente, não ser ‘úteis’. Mas, de repente, eles se tornam a base para novas tecnologias que geram bem-estar e riqueza. Dois exemplos emblemáticos: o estudo da gravidade e das partículas subatômicas
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Pare um instante e observe o azul do céu e o branco das nuvens. Por trás dessas cores, está o chamado espalhamento da luz, fenômeno óptico só explicado no século 19. Até onde sabemos, esse espetáculo único só pode ser apreciado em nosso maravilhoso planeta
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Uma das maiores aventuras do conhecimento humano começou na Antiguidade: as coisas são feitas de átomos, ‘indivisíveis’. Cerca de 2,5 mil anos depois, essa entidade foi fragmentada. E aí começou uma nova e fascinante jornada – com participação decisiva de um cientista brasileiro
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