Em julho, estamos em pleno inverno. Em um país como o Brasil, com dimensões continentais, percebemos que a definição de inverno como ‘a estação mais fria’ do ano é muito relativa.
No Sul e Sudeste, observamos temperaturas baixas – em algumas regiões, elas ficam abaixo de 0o C. No Norte e Nordeste, mesmo no inverno, as temperaturas continuam altas – em certas localidades, acima de 30o C.


Adilson de Oliveira
Departamento de Física,
Universidade Federal de São Carlos (SP)
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Confinamento, afastamento do treino regular e volta súbita às atividades competitivas, como os Jogos Olímpicos, ameaçam saúde física e mental de esportistas, com impactos diretos em seu desempenho. Mas efeitos da pandemia em longo prazo ainda precisam ser mais bem estudados.
Você, certamente, já deve ter se deparado com palavras como ‘todxs’, ‘tod@s’ e ‘todes’. O que você acha disso? Será que o uso do chamado neutro vai se tornar popular? Ou ficará restrito às comunidades que o criaram?
Membro do IPCC e recém-eleito vice-presidente da SBPC, o físico Paulo Artaxo alerta para os vários fatores que levam a mais uma crise hídrica no país: mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e falta de planejamento energético, fatores que podem ser combatidos com investimentos em ciência.
O livro Um olhar para o São João é fruto de uma semente que brotou há cerca de 15 anos, quando algumas das principais instituições públicas de ensino e pesquisa do Rio de Janeiro se aproximaram para ampliar o conhecimento sobre a bacia hidrográfica do rio São João, que, além de ser o mais longo dos rios genuinamente fluminenses, tem papel fundamental no abastecimento de água de quase toda a Região dos Lagos, no litoral do estado.
Muito além do estudo de certos conteúdos para as provas da escola, o interesse pelo conhecimento científico permite ao indivíduo compreender o mundo ao seu redor e ter autonomia para se posicionar diante das mais diferentes situações do dia a dia
O que um resultado que parecia ser uma 'descoberta fantástica' em um laboratório de física no Brasil e um experimento com resultado negativo feito nos Estados Unidos cerca de 100 anos antes podem nos ensinar sobre os cuidados necessários ao fazer pesquisa científica?
Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
Ele revolucionou os conceitos de espaço e tempo. Mostrou que a luz é formada por partículas. Idealizou uma nova teoria da gravidade – cuja comprovação fez dele um mito. Mas isso é só parte da obra revolucionária de um dos cientistas mais importantes da história
Um fenômeno físico ou uma nova teoria podem, inicialmente, não ser ‘úteis’. Mas, de repente, eles se tornam a base para novas tecnologias que geram bem-estar e riqueza. Dois exemplos emblemáticos: o estudo da gravidade e das partículas subatômicas
Há cerca de 4 séculos, um telescópio foi apontado para o céu. Desde então, um sem-número de objetos cósmicos foi revelado, de estrelas e planetas a supernovas e ondas gravitacionais. Este ano, a humanidade iniciou nova e promissora jornada rumo ao infinito
Pare um instante e observe o azul do céu e o branco das nuvens. Por trás dessas cores, está o chamado espalhamento da luz, fenômeno óptico só explicado no século 19. Até onde sabemos, esse espetáculo único só pode ser apreciado em nosso maravilhoso planeta
O que há em comum entre estrelas, árvores, pássaros e humanos? Muito, na verdade. A estrutura atômica de todos os seres animados está intimamente relacionada com ‘sementes’ formadas em um processo nuclear que ocorre no interior desses corpos celestes
No início do século passado, percebeu-se que a física até então conhecida não podia explicar o mundo subatômico. Essa inconsistência levou a uma teoria revolucionária e prodigiosa: a mecânica quântica, base dos atuais dispositivos eletrônicos de nosso cotidiano
Uma das maiores aventuras do conhecimento humano começou na Antiguidade: as coisas são feitas de átomos, ‘indivisíveis’. Cerca de 2,5 mil anos depois, essa entidade foi fragmentada. E aí começou uma nova e fascinante jornada – com participação decisiva de um cientista brasileiro
Desde os filósofos da Antiguidade, nosso conhecimento sobre as leis da natureza evoluiu dramaticamente. Hoje, temos modelos precisos para explicar a evolução e estrutura do universo – e até mesmo a vida. Mas o roteiro desse enredo cósmico segue incompleto
É cada vez mais intensa a busca por materiais que possam não só melhorar a eficiência de motores elétricos e baterias, mas também gerar eletricidade de baixo impacto ambiental. Não investir nessa área pode levar à dependência de tecnologias estratégicas
Estranhamente, a natureza parece ter predileção por simetrias de formas e cores. E, de certo modo, isso pode ser denominado beleza, noção que tem guiado a pesquisa científica no entendimento dos fenômenos que vão da escala subatômica ao gigantismo do cosmos
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